Homens pelados

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Homens Pelados | Videos de homens pelados na punheta

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Dois homens pelados e uma mulher

Parece clichê essa história de sauna gay, Aquele monte de homens pelados juntos. Mas acredite: se tem lugar com macho gostoso procurando outros iguais para trepar, é numa sauna.

Tantos homens nus e suados analisando um ao outro, e nem o mais metido a machão resistiu.

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Ele se chamava Fernando. Carreira respeitável, hetero, tinha uma bela esposa e filhos e fazia parte da famosa família tradicional brasileira, aquela dos bons costumes e etc. Não suportava ouvir a palavra “gay” de perto, apesar de que, ao fundo de sua espinha, sentia era arrepios.

Tudo parecia perfeito em sua vida, mas não era bem assim. No fundo, bem no fundo de sua consciência, ele estava insatisfeito.

Com a mulher grávida, não fazia sexo há semanas e estava subindo pelas paredes. A esposa, coitada, tinha outras preocupações e não tava nem aí pro fogo do marido.

Ele tinha um contato antigo, uma novinha estudante que ele comera há alguns anos e a mina era uma delícia. Ficou um tempo na cola dele, até que parou de mandar mensagem.

Pensamentos picantes

Porém, vez ou outra ela voltava à sua imaginação, e na seca que tava, parecia uma boa chamá-la para sair de novo.

O nome da moça era Ana, loira gostosa, cabelo longo e um sorriso que derrete qualquer homem. Ela tinha uma vibe meio paz e amor, aqueles papos de energia, fluidez, vibração e etc, algo que Fernando não suportava.

Mas convenhamos, o cara tava pensando mais com a cabeça do pau e não tava nem aí pra isso. Chamou ela com aquele “oi sumida” e em poucas horas desenrolaram um esquema. Ela prometeu uma surpresinha.

Buscou a gata na casa dela e a levou para um lugar afastado, onde poderiam conversar mais à vontade, sem riscos de serem flagrados e, por sorte a dele, poderia rolar uma foda ali mesmo.

Papo foi e voltou, e com o álcool fazendo efeito, veio a pegação. E que pegação, Fernando parecia um bicho no cio.

Beijava ela na boca, sugava sua língua, chupava o pescoço, passava a mão no rabo (que raba deliciosa ela tinha), nos peitos, deu pra deslizar a mão boba até no começo da bucetinha. Ana ficou toda arrepiada, mas pediu para ele esperar a surpresa.

De repente, uma luz de faróis foi se aproximando e parou bem perto. Fernando ficou com o cu na mão. Ana percebeu, mas o acalmou.

Sexo a três

— Calma, meu bem. É a surpresa que te falei. Betinho, meu amigo, ele é gay. Achei que ele poderia participar também.

Ana havia mostrado uma foto de Fernando para Betinho, e por incrível coincidência da vida, eles freqüentavam a mesma sauna.

Por isso a feição de Betinho não era estranha a Fernando. Não foi dito antes para causar suspense, mas com toda aversão de Fernando a gays, ele gostava de fitar os homens pelados gostosos naquele ambiente. Algo o deixava curioso.

Voltando ao presente, claro que ele ficou todo arredio, não queria aceitar de jeito algum transar com outro homem. Tava com o pau na mão já, louco para comer sua peguete, e de repente mais uma rola quer participar? Como assim? Isso não entrava na cabeça dele.

Estava literalmente de pau na mão, a benga para fora da calça, e bastou que Betinho segurasse firme no seu cacete e desse uma única chupada. Pronto, o machão foi convencido, ficou em silêncio e apenas aproveitou o momento.

Betinho era um perfeccionista no boquete, sugava o cacete por inteiro, da cabecinha, ao tronco e até as bolas.

Com o dedo, deu um leve toque no cuzinho do Fernando, o que o deixou ainda mais excitado. Ana observava e segurava o pau do amante, punhetando ele enquanto o amigo mamava.

Fernando estava de pé escorado no carro enquanto era chupado e levantou a perna, já sem a calça, e colocou Ana para lamber seu cu. Jamais pensara antes que era possível sentir tesão ali atrás.

Depois da gulosa, Betinho levantou e tirou a roupa. Passou um cuspe de leve na bundinha, ficou de costas e usando as próprias mãos, encaixou aquele pau duro no seu cuzinho.

Orgia bissexual

Ele já era acostumado, sempre fora o passivo, e na primeira metida, começou a gemer. Interessante é que ele sentia tesão no pau e no cu, e pediu para a amiga ajudá-lo.

Enquanto era enrabado por Fernando, ganhava uma boa chupada da Ana. Fernando botou no cu do rapaz, não deu chance nem pra ele respirar. Achou uma delícia a sua primeira experiência com um homem pelado mas ainda precisava sentir o sabor de uma buceta. Fodeu Betinho por um bom tempo, mas antes de gozar, se atracou na ninfeta.

Abriu a porta de trás do carro, deitou e mesmo desconfortável, Ana veio e deu aquela sentada. Ela pulava a piroca e batia uma bronha descompassada no amigo viado, que não perdia a dureza também.

Era mais um banho de porra que levaria, ela pensou.

Foi aí que veio o gran finale dessa putaria no meio do nada. Fernando sentiu que a porra tava vindo, e acreditem, Betinho também.

A gozada deles veio quase ao mesmo tempo, sendo que Fernando precisou levantar correndo do banco para dar tempo de jorrar tudo na cara daquela putinha loira.

Ficou cada um de um lado e ao mesmo tempo, derramaram tudo na cara dela. Voou porra na boca, nos olhos, no nariz, enfim, ficou toda lambuzada.

Como agradecimento, Fernando, mesmo exausto, tascou um beijaço em Betinho, daqueles que vemos em filme mesmo, e disse que não imaginava ser tão bom transar com um homem. Ficou firmado ali um compromisso de sexo casual entre os três, que ainda saíram muitas e muitas outras vezes.

Fernando gostou tanto que até hoje freqüenta a sauna, mas agora, com outras intenções. Ele analisa o pessoal que vai lá sempre e tenta fisgar aqueles que, ao seu ver, dão brecha para uma pegação gay.

Que safadinho!